Domingo, 14 de Junho de 2009
Rabiscado por Thais às 13:34 1 chibatadas Links para esta postagem
Sexta-feira, 12 de Junho de 2009
Era tudo em demasia: o grau de álcool no sangue, o desejo, a ansiedade e a chuva.
E todos esses fatores somados à química, pele, cheiro, lábios, línguas, gosto e sabores fizeram da véspera de feriado um momento único, de satisfação máxima.
Não há sensação que se iguale à matar vontade. E agora sou uma pessoa mais feliz.
Rabiscado por Thais às 17:22 0 chibatadas Links para esta postagem
Quarta-feira, 10 de Junho de 2009
Estou emburrecendo gradativamente.
Rabiscado por Thais às 13:24 0 chibatadas Links para esta postagem
Terça-feira, 9 de Junho de 2009
Estou trabalhando minha ansiedade e descobrindo minha paciência em um jogo de sedução com uma pessoa extremamente fascinante.
Sim, estou vivendo uma coisa inédita: me aproximando lentamente de uma pessoa encantadora, atraente, inteligente, lindo, interessante..
Pois é... Quando assisto pela enésima vez o filme “O Fabuloso Destino de Amélie Poulain” é hora de dizer:
- Fodeu!
Rabiscado por Thais às 20:51 0 chibatadas Links para esta postagem
Terça-feira, 26 de Maio de 2009
Eu me contenho pois é exposição demais para mim e para minhas “vítimas”, mas sei bem que cada história rende grandes risadas e me dá a certeza de que eu tenho uma vida afetiva digna de um roteiro de livro.
Tenho uma personalidade mutável e inconstante, que permite me apaixonar praticamente toda semana por homens diferentes – alguns que eu nem conheço.
Descrevo os casos nas mesas de bar ou no café do trabalho e as pessoas gargalham dedicando-me adjetivos que permeiam a loucura. Ora, sou completamente normal em querer procurar um amor a cada dia, a cada lugar, a cada olhar.
Como não?
Tenho (quase) 25 anos, estou solteira há 8 (e adianto que adoro minha liberdade e libertinagem), tenho os melhores amigos que alguém pode ter, um trampo bacana e sou vacinada e consciente. Sou meio inconsequente sim, muito pra mim é pouco e tanto não me basta. Eu quero sempre mais.
Portanto, qual problema há em me apaixonar sempre e que essas paixões rendam os casos mais absurdos?
Eu gosto e continuarei assim até que eu encontre alguém interessante, que me dê a certeza que posso tomar outro rumo e seguir outros caminhos.
Aliás, esse da vez me dá essa impressão.
Acho ótimo!
Rabiscado por Thais às 21:19 1 chibatadas Links para esta postagem
E então que eu me surpreendi com minha serenidade.
Claro que ela não durou mais que dois dias, mas ainda sim é um grande progresso.
Contive a ansiedade, euforia, desejo e lá fui, com meu sorriso, cigarros e cervejas, ser feliz, da maneira que eu deveria sempre fazer.
Rabiscado por Thais às 21:05 0 chibatadas Links para esta postagem
Quarta-feira, 20 de Maio de 2009
Impressionante é a minha capacidade de me entregar completamente aos meus projetos momentâneos e esquecer-me do restante.
Com a frustração, fui me organizar. Coloquei os papéis, as contas, as finanças, o quarto e a cabeça em ordem ontem a noite.
E pra finalizar tive uma conversa de horas, estendendo-se até a madrugada, com um amigo querido, que está há quilômetros de distância, me permitindo sorrir tranquilamente para os caminhos que decidi seguir.
Por conseguinte, hoje foi um dia atribulado, de afazeres e problemas aos montes.
Mas cá estou, com a sensação de dever cumprido, inteiramente segura que sim, a vida é bela.
Basta-me dar valor às pequenas coisas da vida para lembrar que não preciso remoer pequenos problemas, como já dizia Cazuza.
Rabiscado por Thais às 21:33 0 chibatadas Links para esta postagem
Terça-feira, 19 de Maio de 2009
Não foi preciso muito esforço; no início tentei resistir bravamente, mas minha personalidade escancarada faz com que as pessoas saibam certamente como me desarmar.
E foi exatamente assim que aconteceu.
Não foi preciso muito, bastou-me alguns goles de cerveja a mais para eu me desmontar e perder a minha palavra e orgulho naquela madrugada.
Sem contar que se não fosse a pressão amiga (obrigada, Kaká) eu teria feito pior. Mas como isso não aconteceu, por sorte, eu abstraio.
Eu acho que por mais que minha decisão estivesse certa, como eu achei que estava, no meu inconsciente eu não havia assimilado verdadeiramente, e no fundo eu queria que tudo fosse diferente.
Até pude ter um momento de esperança que hoje já não é mais válido.
Eu o perdi sim e pode ser que daqui algum tempo eu tire uma boa lição dessa história.
Pode ser que eu aprenda a ser menos inconsequente, a pensar mais antes de fazer o que eu tenho vontade. A me segurar quando necessário, sobretudo.
Mas o fato é que realmente eu consegui, mais uma vez, acabar com tudo.
O bom é poder usar da honestidade e franqueza, mesmo que através de palavras sutis. Escancarei o que eu acho da situação toda e, por mais que eu lamente, tenho plena consciência da responsabilidade dos meus atos – do início ao fim dessa história.
Posso ficar burra ao me apaixonar, posso não saber o que fazer em determinadas situações, posso não conseguir lidar com sentimentos e até mesmo não conseguir estabelecer um relacionamento concreto; posso ainda me subestimar, me deixar ser usada, enraivecer, mas não perco a glória de assumir as consequências das minhas decisões, com o orgulho de mais uma batalha encerrada, ainda que sem vencedores.
Por que eu sei que, apesar dos pesares, certamente esboçarás um sorriso de canto em determinadas lembranças.
Como diria Moraes: “que não seja imortal, posto que é chama. Mas que seja infinito enquanto dure”.
E eu tenho sorte do finito, nesse caso, existir.
Rabiscado por Thais às 21:19 0 chibatadas Links para esta postagem
Quinta-feira, 14 de Maio de 2009
Ao menor sinal deles meu radar consciente manda um aviso de perigo e eu faço questão de acabar com tudo.
As maneiras desse fim não me importam (já fiz de tudo e é bem simples). O importante é sempre manter um relacionamento cordial, deixando de lado a questão de carne e corpo; a amizade permanece, por assim dizer, em todos os meus pseudos relacionamentos já encerrados.
E eu digo que gosto de sofrer por amor sim. De ouvir músicas românticas e derramar lágrimas no travesseiro, de pensar o dia todo em alguém interessante, de divagar por ilusões que eu adoro criar na minha mente fantasiosa que só.
Acho poético.
O grande mote é que eu só favoreço o que é platônico; já expliquei inúmeras vezes o porquê e isso é bem claro pra mim.
O que acontece é que agora eu tenho algo que se aproximou demais do real (pelo menos de um modo comparativo, utilizando como parâmetro meus últimos relacionamentos). E não, não estou preparada pra me apaixonar de verdade (muito menos sofrer de verdade) e isso é pura e simplesmente um capricho meu, oriundo da minha covardia e bloqueio que eu criei em cima da minha vida amorosa.
O fato é que quando ele apareceu no meu dia de trabalho extraordinário, todo lindo, com a camiseta que eu lhe trouxe da minha última viagem, minhas pernas bambearam e eu fiquei nervosa. Assim como quando eu tinha 13 anos e descia na esquina da Pox para ver o primeiro menino que me apaixonei.
A minha maturidade camuflada desses meus (quase) 25 anos e minha bagagem acumulada das inúmeras experiências que tive não foram suficientes para controlar a euforia ao vê-lo naquele momento.
E foi aí que o meu radar de ameaça tocou.
Eu sei que é complicado desperdiçarmos oportunidades, e ainda mais eu, com toda essa fúria que há intrinsecamente em mim, não costumo deixar alguma coisa passar sem arriscar.
Mas nesse caso o medo falou mais alto. Ele grita.
Essa relação começou errada, mas da maneira como eu quis, porque eu assumi a responsabilidade da minha decisão daquele momento de alta dose etílica no meu corpo. Eu fiz o que tive vontade e não me arrependo. Tanto que continuei promovendo essa história que eu chamo de putaria, pois essa é a palavra que expressa claramente esses 33 dias.
Porém, eu decidi colocar um ponto final. E nada de ponto e vírgula que andam falando por aí, como já fiz em outros casos. É até simples demais, pois não há comunicado para ser feito.
É só colocar na minha cabeça e pronto. Agir com naturalidade e nada mais.
Eu prefiro permanecer com a amizade, ignorando o desejo e a vontade resultantes da química; minha escolha é ter alguém bacana e divertido por perto, ignorando um possível sentimento que crescia aqui dentro. Era muito bom, pois nos usávamos na mesma proporção, até eu perder o domínio – o meu domínio. Sim, eu estou me apaixonando por alguém que só deveria ser mais um caso do acaso.
Portanto, prefiro trabalhar meu equilíbrio e auto controle, só pelo fato da certeza de sofrimento que essa paixão me acarretaria. Simplesmente porque duas pessoas egocêntricas e narcisitas, inconsequentes e inconstantes não poderiam estabelecer algo além do que estava previsto.
E também porque eu não estou a fim de ser opção de quem estava prestes a ser minha prioridade.
O próximo passo – e talvez o mais difícil – é ser firme e forte na minha decisão.
Rabiscado por Thais às 18:56 1 chibatadas Links para esta postagem
Segunda-feira, 20 de Abril de 2009
Definitivamente pele e química fodem com qualquer um.
O choque normalmente é muito forte!
Rabiscado por Thais às 16:07 2 chibatadas Links para esta postagem