quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Eu já explicitei o quanto gosto de gente?

É, gente... todo o tipo, de todo o jeito. Gosto do que elas me trazem, do que me proporcionam, do que posso assimilar de melhor, do que posso aprender com o pior.
Gosto do contato, do tato, da troca.

E isso se inicia pelo meio da conversa.

Peguei-me a pensar sobre isso – minhas relações e relações com as conversas. Gosto mesmo de perder horas falando sobre qualquer coisa ou nada. E claro que isso se reflete nas relações amorosas estabelecidas.

As três últimas que me lembro foram cheias dessa troca, de longas conversas despretensiosas em mesas de bar, regadas a risadas e cervejas.

Domingo último conheci uma pessoa deveras interessante. Não, definitivamente ele não tem o meu estereotipo predileto – quem me conhece sabe que um “engomadinho” não me atrai.
Mas de imediato seu sorriso desmontou-me. E deixei-me levar.

E então que encaramos horas de conversa solta, leve, gostosa. E ele carinhosamente me disse:

- Não sei o que acontecerá conosco; porém, isso é muito novo e curioso pra mim – eu nunca encontrei e conheci alguém assim, que pudesse ficar falando por muito tempo, sem ao menos conhecer, e rolar uma identificação absurda. Tenho vontade de não perder o contato, de pelo menos manter uma amizade linda. Você está me passando uma coisa incrível, uma energia maravilhosa – e isso é surpreendente.

E sabe, há dias me sinto feliz com essas palavras.
Feliz mesmo.

Por ter a certeza de que sou desse tipo de gente que proporciona o que busco nessa troca incessante e nas minhas inúmeras conversas com todo e qualquer tipo de gente.

1 Comment:

Tônio said...

conversa comigo?