Em 29/8
Boas surpresas.
Apesar de ainda errante e de continuar na busca, neste momento, tenho cá serenidade. E esse sentimento é meu, todo de minha responsabilidade, mas devo toda essa sensação a duas importantes pessoas que passaram por mim e que, de um jeito ou de outro, permaneceram. De todas as tantas que encontrei nos últimos tempos, eles merecem destaque não só aqui neste blog, mas em toda a minha vida. Não por ironia, eles são figuras presentes nos meus textos, tamanha a importância. São fontes de carinho e admiração, mas, antes de tudo, são fontes inesgotáveis de minha inspiração.
Cada qual no seu tempo e do seu jeito me conquistou e me cativou – mas, talvez mais importante, me deixaram conquistar. Afirmo utilizando o que há além do envolvimento afetivo, pois os momentos mais marcantes não foram esses.
São pessoas que me deixaram ser como sou, da maneira mais pura que há aqui, que me trouxeram pra realidade tão linda de ser vivida, que me aceitam, admiram e que ainda têm todo o carinho e respeito que conquistamos juntos – mesmo quando não estivemos.
São os meus presentes: o do azul (minha cor favorita) e o da lealdade.
Se meu coração for divido na metade, cada um tem a sua parte.
Obrigada destino, por me deixar tê-los tão intensos aqui. Mas, acima de tudo, obrigada por me deixar estar presente lá, em cada parte e do jeito que me cabe – como cada um deles desejar.
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