Você me perguntaria, se tivesse oportunidade: estás mesmo feliz?
E eu te responderia, com o meu sorriso mais sincero: aos trancos e barrancos, estou.
Exatamente onde eu queria estar, vivendo da maneira que eu gostaria – aquela tão egoísta, onde o meu mundo tem o meu jeito, e de mais ninguém. Com inúmeras arestas para preencher, sim: o bolso, a cabeça, o coração... Errando muito e sofrendo um bocado. Mas tudo isso não é nada se comparado ao aprendizado que me é oferecido. Aprendizado particular – e, mais uma vez, egoísta – onde eu tenho tempo suficiente pra pensar, em paz, nas ações e nas reações. Minhas; tão partes minhas.
Descobri, portanto, que vivo de extremos: que sou só coração, saudosismo, utopias e ideologias. A mim, nada mais importa.
Só me quero comigo, assim pra mim. Só eu. Me basto e me calo.
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